Memória e Mídia no discurso sobre a cidade

Memória e Mídia no discurso sobre a cidade

Como a cidade é/foi significada em diversas materialidades discursivas? Essa pergunta orienta o relato apresentando na Seção Especial da Revista e-metropolis nº 26, que trata sobre a experiência intelectual coletiva do grupo de pesquisa Discurso & Cidade, coordenado pela professora Lucia Ferreira do Programa de Pós-Graduação em Memória Social da UNIRIO.

Leia a seção especial “Memória e mídia no discurso sobre a cidade: o grupo Discurso & Cidade” na Revista e-metropolis nº 26.

ESPECIAL

Memória e mídia no discurso sobre a cidade: o Grupo Discurso & Cidade

Por Lucia M. A. Ferreira, Fernando Augusto Souza Pinho, Andréa Rodrigues, Edinamária Mendonça e Marcelo Benedicto Ferreira

O grupo de pesquisa Discurso & Cidade foi formado no segundo semestre de 2010, sob a coordenação da Profa. Dra. Lucia Ferreira, no âmbito do projeto de pesquisa “Discurso, sujeito e memória: nas tramas dos sentidos sobre o Rio de Janeiro”, apoiado pelo CNPq e pela CAPES.

Concebido no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (PPGMS/UNIRIO), na qual são desenvolvidos estudos no campo do conhecimento interdisciplinar, este projeto de pesquisa se propôs a investigar especificamente a constituição da memória social segundo a perspectiva da linguagem.

Se considerarmos que é pela linguagem que se formam as culturas, precisamos admitir também que será a linguagem que poderá nos propiciar uma via privilegiada de acesso à compreensão dos mecanismos e recursos que utilizamos para construir a memória, a subjetividade e as configurações identitárias a ela relacionadas.

Isto significa dizer que é nas interações cotidianas, nas práticas discursivas em que nos engajamos, nas narrativas que permeiam os diálogos que mantemos com nossos interlocutores, nos textos que lemos e escrevemos e nas imagens com que interagimos que criamos as referências que irão constituir a memória e as construções coletivas mais estabilizadas, tais como as crenças e tradições, porém também passíveis de desestabilizações e de mudanças (Ferreira, 2005).

Leia a edição completa da Revista e-metropolis nº 26.

 

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