Esta linha de trabalho foi dedicada ao estudo das condições que constrangem a construção de um sistema de governança dos aglomerados urbanos metropolitanos, capazes de promover a justiça social e a cooperação entre os entes federados e as entidades de representação da sociedade na gestão dos problemas comuns e das políticas públicas. Por outro lado, buscou-se compreender as razões pelas quais o funcionamento do sistema político- eleitoral não favorece a constituição de representações políticas na escala metropolitana, prevalecendo a prática de aglutinação localista de interesses. Considerou-se também os possíveis bloqueios decorrentes das tendências fragmentadoras dos processos de segregação e segmentação residenciais, observadas nas metrópoles. Esse conjunto de condições tende a inibir o surgimento de um sistema de atores sociais e políticos com um campo de interesses mais amplo do que o estritamente local.
Esta problemática foi discutida pelo projeto abaixo: