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Edição número 922 | 19/02/2026
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Carnavalizar a luta, reencantar o mundo e ressignificar o espaço urbano
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O que o Carnaval pode nos ensinar sobre cidade, disputa pelo espaço público e direito à vida urbana? Em artigo, a pesquisadora Bárbara Martins (Núcleo Paraíba) analisa a maior festa popular do país para além da folia: como expressão histórica de resistência, reinvenção cultural e enfrentamento às desigualdades que estruturam o espaço urbano brasileiro. O texto também critica a crescente mercantilização da festa e a privatização das ruas, destacando o contraste entre a lógica capitalista e a ocupação coletiva do espaço público. Nesse cenário de disputas, o Carnaval aparece como possibilidade concreta de reencantar o mundo e de reafirmar a reforma urbana como horizonte político.
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Salvador do Carnaval – e das construções nas nossas praias
A apresentação da Baiana System em um dos camarotes mais luxuosos do Carnaval de Salvador reacendeu um debate incômodo: é possível criticar a mercantilização da cidade e, ao mesmo tempo, ocupar seus espaços mais exclusivos? A questão serve como ponto de partida para a análise da pesquisadora Claudia Monteiro Fernandes (Núcleo Salvador) sobre segregação espacial, privatização da orla e transformação da festa em mercadoria. Ao cruzar dados recentes do Censo 2022, indicadores de violência e desemprego, a autora mostra que a cidade convive com uma realidade marcada por exclusões estruturais.
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