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A pandemia do coronavírus tem escancarado, de maneira radical, os impactos da desigualdade social e da precariedade habitacional no cotidiano de grande parte da população brasileira. No caso das ocupações, a exemplo da Vila Nazaré em Porto Alegre e da Ocupação José Bonifácio em São Paulo, as condições são ainda mais precárias: as divisórias dos cômodos são provisórias, os banheiros são de uso compartilhado, os espaços são reduzidos, mal ventilados e precariamente iluminados. Com muitas pessoas vivendo num único cômodo, sem instalação sanitária adequada e sem acesso à água tratada, como seguir mesmo as mais básicas recomendações para conter a propagação do vírus?
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