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No contexto atual em que o próprio orçamento público está ameaçado de sequestro diante da prática legislativa do "orçamento secreto", a reconstrução nacional exige retomar a participação popular como condição para superar o legado da virada autoritária-neoliberal. Diante da possibilidade de vitória do campo democratizante-popular, é possível projetar, com amplo envolvimento da sociedade, um caminho sobre o que deve ser retomado e o que pode e deve ser inovado para aprofundar a democracia e realizar as transformações necessárias à construção do projeto de desenvolvimento democrático, popular e inclusivo. Em artigo, Luciano Fedozzi destaca sete pontos para o debate sobre esta retomada, como a superação da dicotomia "ruas ou instituições" e a veiculação massiva de informações sobre os resultados do trabalho voluntário realizado por milhares de pessoas e organizações sociais. O texto integra a coluna "Reforma Urbana e Direito à Cidade: os desafios do desenvolvimento", parceria com o Le Monde Diplomatique Brasil. Confira!
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