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A desigualdade da renda do trabalho subiu por 5 trimestres seguidos nas regiões metropolitanas brasileiras. A 14ª edição do Boletim Desigualdade nas Metrópoles aponta que o coeficiente de Gini subiu de 0,615 para 0,626 entre o segundo trimestre de 2022 e o mesmo trimestre de 2023. Os dados levantados pelo Boletim mostram que, enquanto a renda dos mais ricos subiu quase 10% no último ano, a dos mais pobres avançou menos de 2%. Para os coordenadores do estudo, Andre Salata (PUCRS) e Marcelo Ribeiro (UFRJ), parte desse movimento é explicado, de um lado, pela criação de vagas de trabalho concentradas no setor informal e, por outro, pela recomposição salarial dos estratos mais altos após as perdas sofridas no processo inflacionário. O Boletim é produzido em parceria pelo INCT Observatório das Metrópoles, PUCRS Data Social e a RedODSAL. Confira!
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