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O Brasil está vivendo uma crise multidimensional. O desmonte da política urbana desencadeou conflitos nos vários aspectos. Embora a Constituição Federal de 1988 estabeleça no artigo 6º que educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia e transporte são direitos sociais, muitos estão ausentes em grande parcela da população. Em artigo, Sarah Lúcia Alves França, coordenadora do Núcleo Aracaju, destaca a necessidade de construção de uma nova agenda urbana que priorize investimentos para garantir direitos básicos como moradia, saneamento e mobilidade, atrelados às políticas de recuperação econômica das famílias. De acordo com a pesquisadora, a centralização da política urbana e metropolitana em toda discussão deve ser fundamentada na justiça social e democratização do acesso aos direitos sociais, com novos arranjos de gestão participativa, integrada e intersetorial. Confira!
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