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Como prover equipamentos urbanos e serviços públicos à escala metropolitana? Como pensar em cidades sustentáveis na perspectiva metropolitana? Como exercer a gestão democrática metropolitana? Vivemos na metrópole, mas a solução para a maioria das necessidades continua sendo de âmbito municipal – o que parece ser algo inconciliável, se queremos tratar daquilo que se denomina funções públicas de interesse comum, expressas pelo Estatuto da Metrópole. Para Olga Lúcia Castreghini de Freitas e Rosa Moura, é fundamental que a dimensão metropolitana seja incorporada às pautas de luta pelo Direito à Cidade. Segundo as pesquisadoras, é preciso prosseguir em direção ao reconhecimento de uma cidadania metropolitana, que vá além do local onde as pessoas dormem, e passe a considerar o cidadão em movimento por um espaço mais amplo. O texto integra a coluna "Reforma Urbana e Direito à Cidade: os desafios do desenvolvimento", parceria com o Le Monde Diplomatique Brasil.
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