Mapa da Motorização Individual 2019

Por Juciano Martins Rodrigues

As cidades brasileiras continuam abarrotadas de automóveis e motos, é o que mostra a edição 2019 do Mapa da Motorização Individual no Brasil, elaborado pelo Observatório das Metrópoles.

O relatório reforça a tendência já apontada em outros levantamentos; ou seja, que desde os anos 2000 vem ocorrendo um crescimento contínuo da frota de veículos motorizados de todos os tipos no Brasil.

Entre 2008 e 2018, período considerado no relatório, o total de automóveis no Brasil passou de 37,1 milhões para 65,7 milhões. Sendo que as 17 principais regiões metropolitanas são responsáveis por 40% desse crescimento. Isso quer dizer que as cidades que enfrentam os piores problemas de trânsito e transporte continuam recebendo boa parte da carga de novos automóveis que passam a povoar as ruas.

Já a frota motos, em dez anos, passou de 13 milhões para 26,7 milhões, mas, nesse caso, tanto o maior aumento absoluto como o crescimento relativo mais expressivo acontecem nas cidades menores. Contudo, como veremos, são também bastante significativos nas periferias metropolitanas. Ainda chama a atenção no caso das motos, ao contrário dos carros, o fato das regiões Centro Oeste, Norte e Nordeste apresentarem maiores taxas de motorização do que o Sudeste e o Sul.

O objetivo principal deste relatório é apresentar de forma sintética a evolução da frota de veículos automotores (automóveis e motos) no Brasil e, em especial, nas suas principais regiões metropolitanas no período 2008-2018.  As análises apresentadas são um desdobramento de outros esforços anteriores, quando foram sistematizados os dados disponibilizados pelo DENATRAN. O primeiro deles, publicado em 2012 resultou em uma apresentação da série histórica 2001-2011. O segundo, que trazia a análise 2001-2012, foi publicado em 2013. O terceiro, analisou os dados de 2001 a 2014 e foi disponibilizado em 2015. Em 2017, o relatório foi publicado pela primeira vez como Mapa da Motorização Individual e trouxe a série histórica de 2011 a 2016.

CLIQUE AQUI para acessar o relatório.

 

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