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Dossiê Covid-19

As Metrópoles e a Covid-19: Dossiê Nacional

Volume II

O INCT Observatório das Metrópoles, em parceria com o Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU), apresenta a atualização do Dossiê Nacional “As Metrópoles e a Covid-19”, que também conta com o apoio da Habitat para a Humanidade Brasil e do CDES Direitos Humanos.

Como na primeira versão, o objetivo do dossiê é analisar as iniciativas empreendidas pelo poder público para o enfrentamento da pandemia de Covid-19, além de denunciar eventuais situações de violações de direitos humanos e sociais, com foco nos territórios populares e grupos sociais vulneráveis, mas com dados e informações atuais. A sua difusão também visa subsidiar ações de incidência e exigibilidade de direitos, promovidas por organizações, movimentos sociais e instituições de proteção de direitos.

Este segundo volume consolida um amplo e sistemático mapeamento realizado pela ação coletiva, colaborativa e coordenada do conjunto da rede de instituições e pesquisadores(as) que integram os 16 núcleos do INCT Observatório das Metrópoles espalhados por todas as grandes regiões do país. O dossiê constitui-se em um rico e denso panorama do impacto da pandemia sobre os principais aglomerados metropolitanos da rede urbana brasileira, no qual se buscou destacar as diferenças destes impactos sobre os territórios populares e grupos vulneráveis.

A seguir, confira o vídeo teaser do Dossiê Nacional “As Metrópoles e a Covid-19” Volume II.

Com organização de Lívia Miranda (UFCG), a nova edição do dossiê apresenta um breve diagnóstico da situação nos territórios e das políticas dos governos estaduais e municipais de enfrentamento da pandemia, denúncias de violações de direitos humanos, além de propostas e estratégias de enfrentamento da pandemia nas periferias e favelas. Estas informações estão disponíveis para 15 capitais e regiões metropolitanas brasileiras: Belém, Belo Horizonte, Campina Grande, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maringá, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.

Nas análises realizadas, mais uma vez ficou evidente que, na maioria dos casos, os governos municipais e estaduais pouco adotaram medidas específicas para os territórios populares ou para os grupos sociais vulnerabilizados. Mas também foi possível constatar várias ações solidárias realizadas por movimentos e entidades sociais voltadas a estes grupos. Essas ações evidenciam o importante papel que essas organizações e movimentos vêm cumprindo nos territórios populares. Distribuição de cestas básicas, materiais de higiene, implantação de pias comunitárias, campanhas de informação, adoção de medidas protetivas, entre outras ações, têm minimizado os impactos da pandemia nesses territórios, contribuindo com a garantia do direito à vida para aquelas populações mais afetadas no contexto de crises sanitária e econômica.

Espera-se que o Dossiê Nacional “As Metrópoles e a Covid-19” possa fortalecer e subsidiar ações de incidência e exigibilidade de direitos, promovidas por organizações, movimentos sociais e instituições de proteção de direitos.

No dia 07 de dezembro de 2021 (terça-feira), às 17h, promoveremos o evento de lançamento da publicação em nosso canal no Youtube.

Download do dossiê

Dossiê Nacional: casos e mortes por região metropolitana

Clique nos botões abaixo para alternar entre as regiões metropolitanas.

Como parte do Dossiê Nacional “As Metrópoles e a Covid-19”, apresentamos a evolução de casos confirmados e de mortes por Covid-19, no período entre maio de 2020 e junho de 2021, em 17 Regiões Metropolitanas (RMs) do país – todas onde estão sediados os núcleos regionais do INCT Observatório das Metrópoles. Os infográficos permitem comparar as RMs e, em cada uma delas, a situação das cidades que as compõem. 

Esta iniciativa visa compartilhar dados que subsidiem mais análises sobre o cenário metropolitano da pandemia, tanto no nível das regiões metropolitanas quanto dos municípios que as compõem. 

Os dados são abertos, tabulados por Camila Rodrigues da Silva (Nepo/Unicamp), pesquisadora do Núcleo São Paulo, a partir da base tratada do pesquisador Wesley Cota (Universidade Federal de Viçosa) e do projeto Brasil.io, que conta com uma força-tarefa de 40 voluntários que, diariamente, compilam boletins epidemiológicos das 27 Secretarias Estaduais de Saúde.