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  • Índice de Bem-Estar Urbano dos Municípios Brasileiros (IBEU Municipal)

    Índice de Bem-Estar Urbano dos Municípios Brasileiros (IBEU Municipal)

    No atual contexto das Eleições Municipais 2016, momento em que candidatos a prefeito de todo o país estão debatendo propostas para as cidades e sua gestão, o INCT Observatório das Metrópoles promove o lançamento do Índice de Bem-Estar Urbano dos Municípios Brasileiros (IBEU-Municipal), com o propósito de oferecer mais um instrumento para avaliação e formulação de políticas públicas.

    O índice apresenta um levantamento inédito sobre as condições urbanas dos 5.565 municípios brasileiros, a partir da análise de dimensões como mobilidade, condições ambientais urbanas, condições habitacionais, atendimentos de serviços coletivos e infra-estrutura. O IBEU-Municipal mostra que entre os maiores desafios do Brasil estão a infraestrutura e os serviços coletivos. Ao avaliar o atendimento adequado de água e esgoto, coleta de lixo e atendimento de energia, mais de 50% dos municípios estão em condições ruins nesses serviços.

    A coordenação de pesquisa para a produção do IBEU Municipal foi do professor Marcelo Gomes Ribeiro, e contou com o trabalho dos pesquisadores-bolsistas Gustavo Henrique P. Costa, Breno Willians N. Machado, Marina Martins de Araújo, Vitor Vilar Dromond, Dayanne N. de Olveirera Gomes e Tatiane Torres Castro da Silva.

    RANKING — 100 MELHORES MUNICÍPIOS EM BEM-ESTAR URBANO

    RANKING — 100 PIORES MUNICÍPIOS EM BEM-ESTAR URBANO

    BASE DE DADOS DO IBEU MUNICIPAL

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  • Arranjos urbano-regionais no Brasil

    Arranjos urbano-regionais no Brasil

    Arranjos urbano-regionais no Brasil

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  • Trajetórias, cotidiano e utopias de uma ocupação no centro do Rio de Janeiro

    Trajetórias, cotidiano e utopias de uma ocupação no centro do Rio de Janeiro

    O INCT Observatório das Metrópoles promove o lançamento do e-book “Trajetórias, cotidiano e utopias de uma ocupação no centro do Rio de Janeiro”, da socióloga Irene Mello. O trabalho busca compreender os atuais projetos de cidade e sociedade do Movimento Nacional de Luta por Moradia, tendo como estudo de caso a Ocupação Manuel Congo, localizada no Rio de Janeiro. A pesquisa mostra que a vivência numa ocupação autogestionária em espaço central possibilitou a muitos moradores o acesso a postos de trabalho, aos serviços de saúde e espaços de lazer – expondo o histórico conflito de classes como elemento constituinte dos processos de produção e apropriação do espaço urbano.

    O e-book “Trajetórias, cotidiano e utopias de uma ocupação no centro do Rio de Janeiro” integra a Série “Habitação e Cidade”, organizada pelos professores Luciana Corrêa do Lago e Adauto Lúcio Cardoso, com o objetivo de divulgar sistematicamente os trabalhos acadêmicos e não acadêmicos voltados para os temas da habitação e da cidade, com a intenção de provocar um olhar sobre as interações entre esses dois temas e de unificá-los num mesmo campo analítico.

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  • A Classe Média Brasileira

    A Classe Média Brasileira

    Nos últimos anos, tornou-se comum no Brasil ler a respeito da chamada “nova classe média brasileira”, a já famosa “classe C”. Ao longo desse período verificou-se a disputa entre a perspectiva sociológica, mais estrutural, e a perspectiva econômica, mais focada nos rendimentos. E essa disputa gerou um grande debate sobre a própria definição de Classe Média no Brasil. Esse é o ponto de partida do e-book “A Classe Média Brasileira: posição social e identidade de classe”, do sociólogo André Salata. O trabalho traz uma contribuição importante ao tentar responder essas questões a partir da análise sobre como os próprios indivíduos percebem sua posição socioeconômica, se identificando ou não como Classe Média.

    O e-book “A Classe Média Brasileira: posição social e identidade de classe” (Editora Letra Capital) é mais um resultado da Rede de Pesquisa INCT Observatório das Metrópoles. O trabalho é resultado da tese do pesquisador André Ricardo Salata, e oferece uma importante contribuição para o debate contemporâneo sobre a “novíssima” classe média brasileira. A publicação contou com recursos do CNPq e da FAPERJ.

    Segundo Celi Scalon (UFRJ), que assina a Apresentação do livro, a pesquisa traz análises de consumo, renda, classe social, identidades, representações, valores e percepções que compõem o complexo quadro desse grupo de renda, heterogêneo e ainda pouco conhecido. “André realizou sua proposta, e realizou com excelência”.

    Já para a professora Helena Bomeny (UERJ), a pesquisa de André Salata é um exemplar do que seria a melhor tradição das Ciências Sociais. “O trabalho de André surpreendente pelo cuidado no mapeamento de um repertório que cobre parte substantiva da produção sociológica contemporânea. Encontrei ali as matrizes clássicas (…) estão lá os protagonistas de sempre – Marx e Weber novamente balizando a discussão. Referenciais permanentes a partir dos quais os autores contemporâneos avançam, sofisticam ou mantêm-se fiéis”.

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  • Arquitetura de grife na cidade contemporânea

    Arquitetura de grife na cidade contemporânea

    O Laboratório de Estudos em Habitação (LEHAB/UFC) promoveu o lançamento do livro "Arquitetura de grife na cidade contemporânea: tudo igual, mas diferente", do professor Márcio Moraes Valença, vinculado à UFRN e pesquisador do INCT Observatório das Metrópoles. O livro resgata o modelo de intervenção urbana dominante nas últimas décadas do século XX, denominado por David Harvey como "empreendedorismo urbano", e que ainda impera como fórmula de intervenção. Através de significativa documentação iconográfica, o autor analisa os casos de Bilbao, Kuala Lumpur, Hong Kong e Londres, para mostrar como se deu a continuidade das intervenções iniciais do city marketing no contexto internacional, evidenciando o caráter rentista desse processo, os danos sociais, e a geração de mais espaços de consumo. A obra contribui também para a reflexão sobre este modelo no contexto das cidades brasileiras, onde a fórmula aplicada é a mesma, mas suas implicações bem distintas.

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