Como parte do Dossiê Nacional “As Metrópoles e a Covid-19” Volume II, apresentamos a versão estendida das análises elaboradas para algumas Regiões Metropolitanas (RMs) do país. Nesta primeira parte, são disponibilizados os relatórios completos produzidos para as RMs de Belo Horizonte, Curitiba e Recife.

Lançado na última semana, o Dossiê Nacional “As Metrópoles e a Covid-19” traz um rico e denso panorama do impacto da pandemia sobre os principais aglomerados metropolitanos da rede urbana brasileira. As análises locais apresentam com maior detalhamento os dados e as informações sobre as iniciativas empreendidas pelo poder público para o enfrentamento da pandemia de Covid-19, além de denunciar eventuais situações de violações de direitos humanos e sociais, com foco nos territórios populares e grupos sociais vulneráveis.

A seguir, confira as análises locais:

Nos munícipios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a análise elaborada utilizou três indicadores epidemiológicos associados à Covid-19: o número de casos, o número de óbitos e os números da vacinação. Também são apresentadas as principais iniciativas locais de enfrentamento da pandemia por redes, articulações e entidades da sociedade civil na RMBH, além de uma síntese dos conflitos fundiários vividos no período.

A análise na escala territorial metropolitana teve como foco os óbitos, informação que reflete o efeito mais grave da doença e também menos sujeito a sub-registros. Com relação a vacinação, há variações no número de doses aplicadas diariamente, na medida da sua disponibilização pelo governo federal e estadual, optando-se por um retrato específico no tempo – junho de 2021 – e não pela análise temporal. Neste período, enquanto o Brasil avançava no ritmo da vacinação – com mais de 25,7 milhões de pessoas vacinadas em todo o país –, Belo Horizonte era a segunda capital mais atrasada em termos de faixa etária, só à frente de Palmas (TO), e ainda estava imunizando pessoas acima de 56 anos.

A partir da análise, os autores observaram, de um lado, a ausência de uma articulação de gestão da pandemia no nível metropolitano e a existência de conflitos políticos, mas, de outro lado, iniciativas de enfrentamento aos impactos da pandemia por meio de ações de emergência e políticas de auxílio, como é o caso de Belo Horizonte.

Acesse o relatório da RMBH.

Para a Região Metropolitana de Curitiba (RMC), o relatório apresenta um diagnóstico da situação da pandemia, incluindo os recortes intrarregionais e as medidas de gestão estadual e municipais, além de um levantamento das ações alternativas e emergenciais de enfrentamento da Covid-19 empreendidas pelos governos e pelas redes e articulações locais voltadas aos territórios populares e grupos vulnerabilizados, e de ocorrências de violações de direitos humanos.

Segundo os autores, uma das principais dificuldades encontradas na realização da análise foi a indisponibilidade de dados para analisar as unidades menores que o município, no caso, os territórios populares. Em Curitiba, a informação segundo bairros existe, mas o acesso é dificultado, pois não há transparência na divulgação de dados referentes à saúde e à Covid-19. Ademais, algumas informações sobre o Paraná não se encontram disponíveis para o nível dos municípios, e os dados muitas vezes são divergentes em diferentes documentos ou fontes.

Os autores apontam que análise detalhada da trajetória da pandemia entre os grupos vulneráveis dos municípios da RMC, e em particular de Curitiba e seus bairros, revela condições de desatenção, mesmo em municípios cujos coeficientes de incidência e mortalidade são relativamente inferiores. Assim, as medidas de controle da disseminação não foram capazes de garantir a sobrevivência das pessoas em condições de vulnerabilidade social, e daqueles segmentos dependentes do trabalho precarizado – que não puderam “ficar em casa” à espera de que o vírus fosse eliminado.

Acesse o relatório da RMC.

Na Região Metropolitana do Recife (RMR), a análise aborda a disseminação da pandemia, através dos dados de contaminação e óbitos notificados e do contexto das desigualdades socioespaciais, as medidas e ações do poder público estadual e municipal, com destaque para a capital Recife, e as ações locais emergenciais e alternativas de enfrentamento da pandemia empreendidas pelo poder público ou por articulações locais, priorizando as iniciativas propostas nos territórios populares e voltadas para grupos vulnerabilizados.

Os resultados da análise permitem traçar um panorama do quadro de territorialidade e de protagonismo das ações em torno do enfrentamento da pandemia da Covid-19. A princípio, as questões relativas ao evento pandêmico têm suas raízes em aspectos que não caracterizam uma “nova normalidade”, já que as condicionantes à propagação da doença no território têm origem em processos ancestrais que fundam a natureza desigual e precária da maior parte dos territórios estudados.

De acordo com os autores, prevalece a tendência de determinados grupos sociais e territórios serem mais vulneráveis à contaminação pela Covid-19 e mais propensos a óbitos, por enquadramento em termos de renda e raça/cor. Nesses casos, a população parda mais pobre é a mais afetada. O fato de bairros mais ricos terem sido os primeiros epicentros da propagação apenas confirma essa afirmação, já que se tratavam no início de casos não-comunitários, cuja origem estava em indivíduos recém-chegados do exterior.

Acesse o relatório da RMR.

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